A inspiração também veio da natureza, mas do reino vegetal.
Mais especificamente, da planta carnívora dioneia (Dionaea muscipula), que possui duas "conchas" que se fecham quando os insetos penetram em seu interior.
Seung-Won Kim e seus colegas da Universidade Nacional de Seul, na Coreia, construíram as conchas de fibra de carbono, para mantê-las leves e fortes.
Embora ainda não tenham a incrível agilidade da dioneia vegetal, as plantas carnívoras robóticas demonstram um princípio interessante para robôs destinados a monitorar o meio ambiente. [Imagem: Mohsen Shahinpoor]
As duas conchas são interconectadas por uma mola feita de uma liga metálica com memória de forma - uma espécie de músculo artificial.
A memória de forma faz com que esse material alterne entre dois formatos estáveis quando sujeito a uma força, ao calor ou a uma corrente elétrica.
Neste caso, a mola faz com que as duas conchas se fechem sA inspiração também veio da natureza, mas do reino vegetal.
Mais especificamente, da planta carnívora dioneia (Dionaea muscipula), que possui duas "conchas" que se fecham quando os insetos penetram em seu interior.
Seung-Won Kim e seus colegas da Universidade Nacional de Seul, na Coreia, construíram as conchas de fibra de carbono, para mantê-las leves e fortes.
REALMENTE MUITO INTERESSANTE PARABENS
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